Tarrafal de Santiago em alerta: aumento de envenenamento de cães nas ruas
O município do Tarrafal, na ilha de Santiago, está a ser palco de uma crescente onda de preocupação devido a denúncias de envenenamento de cães, uma situação que tem provocado indignação entre moradores e defensores dos animais. Relatos apontam para a morte de vários animais após a ingestão de alimentos suspeitos deixados em espaços públicos.
A denúncia ganhou maior visibilidade depois de moradores utilizarem as redes sociais para manifestar revolta e alertar a comunidade sobre o que descrevem como uma prática cruel contra os animais. Entre os casos divulgados está o de uma cidadã que relatou a morte do seu cão de estimação após este ingerir um alimento suspeito encontrado na rua, apesar de estar sob cuidados e acompanhamento.
Segundo os relatos, o problema não estaria limitado apenas a cães abandonados, mas também estaria a atingir animais domésticos pertencentes a famílias da comunidade. A suspeita é de que substâncias tóxicas estejam a ser colocadas em alimentos espalhados pelas ruas, colocando em risco não apenas os animais, mas também crianças e moradores que circulam nesses locais.
A situação no Tarrafal de Santiago junta-se a outros episódios semelhantes registados em diferentes pontos de Cabo Verde nos últimos anos. Organizações de proteção animal têm denunciado casos de envenenamento de cães e gatos em várias ilhas, alertando que o uso indiscriminado de produtos tóxicos representa uma ameaça à saúde pública.
Em 2024, denúncias relacionadas com mortes de animais levaram a ações de fiscalização por parte da Inspeção-Geral das Atividades Económicas (IGAE), em colaboração com outras instituições, após suspeitas de utilização de produtos perigosos e venenosos sem controlo adequado.
Para os moradores do Tarrafal, além da crueldade contra os animais, existe preocupação com as consequências ambientais e sanitárias da colocação de veneno em locais públicos. O descarte inadequado dessas substâncias pode representar perigo para outros animais e para pessoas que tenham contacto acidental com os produtos contaminados.
Casos semelhantes já foram registados noutros concelhos do país. Na cidade do Tarrafal, na ilha de São Nicolau, por exemplo, munícipes também denunciaram o abate de cães por envenenamento e pediram intervenção das autoridades, destacando que a prática constitui maus-tratos aos animais e um risco para a saúde pública.
Organizações e cidadãos defendem que é necessário reforçar a fiscalização, investigar os responsáveis e promover campanhas de sensibilização sobre o tratamento dos animais. O Movimento Civil para as Comunidades Responsáveis (MCCR) tem alertado para a necessidade de uma resposta estruturada ao problema dos envenenamentos de cães e gatos em Cabo Verde.
Até ao momento, não há confirmação pública sobre a identidade dos responsáveis pelos casos denunciados no Tarrafal de Santiago, nem informação oficial sobre eventuais investigações em curso. A comunidade aguarda medidas que possam travar novos episódios e garantir maior proteção aos animais.
A denúncia ganhou maior visibilidade depois de moradores utilizarem as redes sociais para manifestar revolta e alertar a comunidade sobre o que descrevem como uma prática cruel contra os animais. Entre os casos divulgados está o de uma cidadã que relatou a morte do seu cão de estimação após este ingerir um alimento suspeito encontrado na rua, apesar de estar sob cuidados e acompanhamento.
Segundo os relatos, o problema não estaria limitado apenas a cães abandonados, mas também estaria a atingir animais domésticos pertencentes a famílias da comunidade. A suspeita é de que substâncias tóxicas estejam a ser colocadas em alimentos espalhados pelas ruas, colocando em risco não apenas os animais, mas também crianças e moradores que circulam nesses locais.
A situação no Tarrafal de Santiago junta-se a outros episódios semelhantes registados em diferentes pontos de Cabo Verde nos últimos anos. Organizações de proteção animal têm denunciado casos de envenenamento de cães e gatos em várias ilhas, alertando que o uso indiscriminado de produtos tóxicos representa uma ameaça à saúde pública.
Em 2024, denúncias relacionadas com mortes de animais levaram a ações de fiscalização por parte da Inspeção-Geral das Atividades Económicas (IGAE), em colaboração com outras instituições, após suspeitas de utilização de produtos perigosos e venenosos sem controlo adequado.
Para os moradores do Tarrafal, além da crueldade contra os animais, existe preocupação com as consequências ambientais e sanitárias da colocação de veneno em locais públicos. O descarte inadequado dessas substâncias pode representar perigo para outros animais e para pessoas que tenham contacto acidental com os produtos contaminados.
Casos semelhantes já foram registados noutros concelhos do país. Na cidade do Tarrafal, na ilha de São Nicolau, por exemplo, munícipes também denunciaram o abate de cães por envenenamento e pediram intervenção das autoridades, destacando que a prática constitui maus-tratos aos animais e um risco para a saúde pública.
Organizações e cidadãos defendem que é necessário reforçar a fiscalização, investigar os responsáveis e promover campanhas de sensibilização sobre o tratamento dos animais. O Movimento Civil para as Comunidades Responsáveis (MCCR) tem alertado para a necessidade de uma resposta estruturada ao problema dos envenenamentos de cães e gatos em Cabo Verde.
Até ao momento, não há confirmação pública sobre a identidade dos responsáveis pelos casos denunciados no Tarrafal de Santiago, nem informação oficial sobre eventuais investigações em curso. A comunidade aguarda medidas que possam travar novos episódios e garantir maior proteção aos animais.
Por: Isaías Cardoso
Graduado em Administração de empresas, pós-graduado em docência universitária, um webmaster e blogueiro apaixonado por tecnologias web. Nas horas vagas escreve as últimas news sobre o que acontece no arquipélago.

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